Psicanálise · São Paulo · Online

O que parece destino pode ser recomeço.

Há momentos em que as questões parecem insuperáveis. É aí que a terapia faz diferença: abrindo espaço para o novo na sua trajetória.

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“Acreditar no mundo significa principalmente suscitar acontecimentos, mesmo pequenos, que escapem ao controle.”
Gilles Deleuze

Quando buscar terapia?

Alguns dos sofrimentos que mais chegam ao consultório, e como o processo terapêutico pode ajudar a compreender o lugar que eles ocupam na sua vida.

01

Ansiedade

Um estado de medo ou apreensão diante de algo que não aconteceu e que não se sabe se irá acontecer.

Ela se torna um problema quando aparece sem motivo aparente e de modo tão intenso que impede a pessoa de realizar suas tarefas cotidianas. Os sinais vão de preocupações exageradas e sensação de desastre iminente a insônia, taquicardia, alterações de apetite e de libido.

Na sociedade contemporânea não há espaço para a fragilidade, e as pessoas se sentem em eterno débito consigo mesmas. O processo terapêutico trabalha, por meio de questionamentos e reflexões, a compreensão do lugar que essa problemática ocupa na vida, rumo a uma vida mais saudável e conectada ao próprio desejo.

02

Depressão

O nome contemporâneo para o sofrimento advindo da perda do lugar do sujeito junto a uma imagem construída em relação ao Outro.

Esse sofrimento atinge as certezas imaginárias que sustentam o sentimento de ser. Num cenário em que o consumo organiza o laço social, a depressão, como sintoma social, resiste à “fé na felicidade consumista” e não corresponde aos ideais atuais de bem-estar.

03

Relacionamentos

Os relacionamentos amorosos trazem à tona nossos medos e podem revelar o que há de melhor e pior em nós.

Num tempo em que imagem e imaginário se confundem, projetamos e idealizamos no outro aquilo que nos constitui, gerando expectativas desconectadas da realidade. Amar na imanência do real do outro é o que possibilita construir intimidade e relações de longa duração.

04

Políticas identitárias

O doce e intenso jogo entre produção de identidades e produção de singularidades.

Compartilhamos uma enorme quantidade de códigos de uma cultura, mas o modo como nos relacionamos com eles é singular. Como o músico que compõe a partir do seu encontro único com esses códigos, cada vida pede seus próprios processos de criação.

Quem sou

Mário César da Silva

Psicólogo · CRP/SP 06/92974

Atuação em consultório particular, docência e supervisão clínico-institucional na área de saúde mental.

Currículo Lattes →

Publicações

Pesquisa e escrita sobre saúde mental, rua e produção do comum.

Dissertação de Mestrado · USP · 2019

Das im-permanências do povo de rua à produção do comum: o Consultório na Rua como extituição

Também autor do capítulo “Os consultórios na rua: transitando entre as suavidades e durezas da sociedade justaposta”.

Ler a dissertação

Links e vídeos

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